Setembro Amarelo: saiba qual comportamento adotar diante de um caso de depressão

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Créditos: Jessica Rosso

Muitas vezes estamos diante de um caso de depressão e não sabemos como ajudar. O primeiro passo é perceber. O segundo, é aceitar a condição da pessoa. Essa é a afirmação feita pela voluntária do Centro de Valorização à Vida (CVV) Olivia Rocha, que é coordenadora da sede localizada em Criciúma.

Segundo ela é importante estar atento aos sinais. Um adolescente, por exemplo, que muda seu comportamento e se isola dos demais, pode estar apresentando um sinal de depressão. O adulto, que sente um vazio, uma angústia e muitas vezes não consegue identificar o que está sentindo, também pode estar apresentando um sinal de que não está bem. Uma das situações mais enfrentadas por idosos é a solidão, por terem sido abandonados ou não terem tanto contanto com a família e por isso, podem apresentar sintomas de depressão. A falta de conversa é o que acaba prejudicando essas pessoas, aponta a voluntária.

“É muito comum a falta de diálogo dentro da própria família. Às vezes a pessoa quer só conversar e quando tenta, o outro já vem com aquela resposta ‘lá vem a mesma conversa de sempre’. Não é assim que deve funcionar, tem que ter respeito pelo sofrimento que a pessoa está passando e aceitar que ela não está bem, que não é frescura”.

Setembro Amarelo

No mês de setembro é realizada a campanha Setembro Amarelo, que faz um convite à vida. No Brasil, o projeto surgiu em 2014, com o intuito de prevenir o suicídio e alertar a população sobre esse assunto. No país ocorrem ações durante todo o mês. O Centro de Valorização à Vida, em parceria com a Unicef, criou uma série de vídeos que contam diferentes histórias com a finalidade de incentivar o diálogo.

“A campanha foi criada porque o CVV é muito procurado para entender como tudo isso funciona”. Os vídeos vem como uma ferramenta para atender a demanda que é muito maior do que os voluntários, explicou Olivia.

“Já fiz uma apresentação com esses vídeos para alunos do Colégio Universitário, em Criciúma, e eles se surpreenderam. Eu não consigo perceber que o adolescente está sofrendo e vendo o vídeo eu passei a compreender isso”, conta.

Um estudo recente, realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria, revelou que de 2006 a 2015 houve um aumento de 24% nos casos de suicídio entre jovens brasileiros, dos 10 aos 19 anos.

 

Fonte: Engeplus

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